20110703

CAN'T GET ENOUGH: HEY GIRL 

CAN'T GET ENOUGH:
HEY GIRL 
: "HEY GIRL "
Hey girl! you rock! Love it! :)

20110507

Caras e Citações na Faculdade de Letras

video
O evento foi marcante por termos conseguido conjugar aspectos da diversidade humana e conceptual que a exposição ilustra.
A interpretação do património intelectual de alguns mestres da faculdade, e as opiniões de alunos do curso de Estudos Africanos reflectiram-se nas intervenções do Magnifico Reitor, do Director da Faculdade, assim como da Chefe de Gabinete do Secretário Executivo da CPLP e da responsável de comunicação do IICT. De salientar ainda a presença do embaixador de Moçambique e do Duque de Bragança, embaixador de boa vontade do IICT para a Lusofonia Global . O som e as danças da Associação Espaço 6 do Bairro de Mirasintra com o Dj JAZ levaram o Presidente do IICT a exclamar, e cito, “batuque, uau!”!
Foi um momento único porque conseguimos conjugar várias formas de arte e cultura Portuguesa e Africana. Num só espaço, perante um público eclético, que sentimos ter abraçado a força da diversidade de estímulos apresentados, a instalação dos banners no átrio, o conteúdo do catálogo, os discursos e as actuações das crianças africanas.
Esse momento valeu para deixar um marco nas comemorações do centenário e ao mesmo tempo abriu as portas para o desafio da itinerância de ‘Caras e Citações’ para outras “paragens da Lusofonia Global”. Começamos pelo Centro Cultural Português em Maputo, seguindo para a Universidade de Lúrio no norte de Moçambique, terra de Macondes, etnia estudada pelo mestre antropólogo Jorge dias da Faculdade de Letras que também Investigou no IICT. Este aspecto da pesquisa leva-me agora a aprofundar o conceito de intercâmbio cultural lusófono através de uma iniciativa de envolvência comunitária a que chamarei ‘Mascaras e emoções.’ Com a Universidade de Lúrio cujo museu etnográfico detém marcaras originais Macondes. procuramos aprofundar uma amizade e um conhecimento mútuo.
Projectos culturais com artistas e pensadores africanos e portugueses permitirão fundar novas parcerias e perspectivas sobre a interacção entre máscaras e emoções. Saber continuar.
Renovo os agradecimentos á Faculdade de Letras e ao IICT por esta oportunidade de criar um projecto que se tem revelado propicio á partilha de metas comuns de desenvolvimento cultural.

20100702

Inviting ya!

curta experimental "who killed bambi" by ana macedo

A imagem desfocada mostra cruamente um bambi morto. A seu lado, em luto, jonhy depp a personificar o william blake no épico filme minimal germânico “Dead Man”, parece questionar a razão da existência.
Depois invento a pergunta singela “why did this happen to me?!!”. Porque é que perdi um ser amado, um ser innocente, porque é que morreu?
Queda livre. A sensação de entrada neste mundo. Quando desperta, ela ama a luz do planeta visto de cima. As nuvens, a sua ligeireza, a sua velocidade...
Das nuvens para a terra a queda nunca é agradável. Aliás a terra é bastante dura.
De repente é lhe designada uma identidade individual, dentro de uma linhagem de outras identidades, ligadas por sangue.
Depois surgem outras individualidades com as quais se depara a interagir, que têm uma denominação diferente, são o mundo lá fora.
Por esta altura, a figura da mãe morre. Desaparece deste mundo. YOUR LOVED ONE IS DEAD. O simbolo do bambi, é a criança de seis anos que se depara com a morte da sua mãe. Neste caso da sua avó materna. A avó Tita. Rest in Peace Grand Ma.
Um pequeno corpo frágil, um involcro femenino infantil chamado Aninhas, abalou a formar a consciência da sua identidade. Por um lado chamava-lhe o mundo lá fora, no qual amava se perder, numa descoberta constante, impulsiva e apaixonada, por outro lado chamava o obscuro, o negro do céu sem lua, o vazio, o abismo, a morte.
Surgiu então a raiva. A raiva era um escape á terrivel dor de sentir o vazio.
Da raiva surgiram as ideias, que se foram transformando em arte.
A arte escondia a tristeza por detrás da raiva. A arte desejava ver o céu, ser completamente livre, viver no estado de fusão divina. E deparava-se com as constantes quedas dos seus voos megalómanos !
Mas levantava-se. Sacodia a poeira dos ombros, chorava e gritava um bocado, gesticulava, argumentava...
Depois a arte calava-se, e continuava o seu caminho.
Foi da arte que nasceu a visão destas cidades do futuro.
É com a arte que sonhamos construir, com a architectura e a engenharia edificamos. Sonho com um templo livre, humano, e cósmico.

Do sonho immergirá o amor....
O ciclo continua, do amor nasce o dia, da luz a sombra, do vazio o renascimento. E assim a paixão renova-se no mito da morte.
O video retrata viagens de uma criatura a andar por aí com o seu iphone, que depois usou um software misterioso para compor esta sua história...

20100521

Uma corporação que assume que chegamos á epitomia da estupidificação


Quando vi esta campanha fiquei surpreendida até que ponto a escassez de sentido pode levar uma marca a assumir a sua própria inutilidade. Por outro lado já não têm mesmo nada a esconder!